@MASTERSTHESIS{ 2025:2100287146, title = {Realidade virtual na reabilitação cardiorrespiratória pós mediato a revascularização do miocárdio: estudo de caso}, year = {2025}, url = "http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/5361", abstract = "Contexto: as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de mortalidade global, exigindo abordagens terapêuticas eficazes, especialmente no pós-operatório da Cirurgia de Revascularização do Miocárdio (CRM). Neste contexto, a reabilitação cardiorrespiratória é fundamental para a recuperação funcional, e a Realidade Virtual (RV) surge como recurso inovador complementar à fisioterapia tradicional. Objetivo: Identificar como a utilização da realidade virtual (RV) influencia a reabilitação cardiorrespiratória no pós-operatório imediato de revascularização do miocárdio. Métodos: Este estudo de caso experimental, com abordagem qualitativa e quantitativa, foi realizado com 10 pacientes internados no Hospital João XXIII, em Campina Grande (PB), divididos entre fisioterapia convencional e fisioterapia com suporte da RV, utilizando o jogo Nature Treks VR. Na população analisada tivemos, partindo dos critérios de inclusão: 10 pacientes no pós operatório imediato, logo após a saída da unidade de terapia intensiva (UTI) e tendo alta para a enfermaria, de ambos os gêneros e sem complicações durante procedimento para a Cirurgia de Revascularização de Miocárdio (CRM). E como critério de exclusão: pacientes que possuíam alguma contraindicação à fisioterapia ou à realidade virtual. Para a coleta de dados, utilizaram-se os seguintes instrumentos: Espirômetro incentivador (Respiron®); Oxímetro de pulso (Oxywatch®); Esfigmomanômetro aneroide e estetoscópio (G-Tech®); Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6); Escala de Likert (5 pontos). Resultados: Os resultados obtidos indicaram benefícios clínicos no grupo submetido à RV, como maior estabilidade hemodinâmica, desempenho ventilatório superior e aumento da capacidade inspiratória. A avaliação subjetiva dos pacientes, com base na Escala de Likert, revelou alta aceitação da tecnologia, destacando maior motivação, conforto e engajamento no tratamento. Conclusão: A Realidade Virtual é uma estratégia promissora para a reabilitação cardiorrespiratória em pacientes pós-CRM, promovendo benefícios físicos, emocionais e motivacionais. Recomenda-se a realização de estudos com a mostras maiores para confirmação estatística dos efeitos observados e validação de sua incorporação rotineira nos protocolos de reabilitação hospitalar.", publisher = {Universidade Estadual da Paraíba}, scholl = {Programa de Pós-Graduação Profissional em Ciência e Tecnologia em Saúde - PPGCTS}, note = {Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGP} }