Exportar este item: EndNote BibTex

Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/5378
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Samantha Mayara de Sousa-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7199228288881018por
dc.contributor.advisor1Martins, Rodrigo Molina-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2767839845526374por
dc.contributor.referee1Cibulski, Samuel Paulo-
dc.contributor.referee2Melo, Thamara Rodrigues de-
dc.date.accessioned2026-02-03T19:33:55Z-
dc.date.available2999-12-31por
dc.date.issued2025-09-05-
dc.identifier.citationSILVA, Samantha Mayara de Sousa. Micropartículas do extrato de spondias bahiensis obtidas por spray drying: uma abordagem para fotoproteção natural. 2026. 88 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas - PPGCF) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, 2025.por
dc.identifier.urihttp://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/5378-
dc.description.resumoA exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) está diretamente associada ao fotoenvelhecimento e ao aumento da incidência de neoplasias cutâneas, reforçando a necessidade de estratégias fotoprotetoras seguras e ambientalmente sustentáveis. Nesse contexto, ativos vegetais antioxidantes surgem como alternativas promissoras aos filtros sintéticos, especialmente diante dos impactos ecológicos já atribuídos a estes últimos. Este estudo descreve o desenvolvimento e a caracterização de micropartículas obtidas por spray drying a partir do extrato hidroalcoólico das folhas de Spondias bahiensis. O extrato, preparado por maceração dinâmica (etanol:água, 70:30), apresentou teor de sólidos de 52,7 ± 2,3 mg/mL. As micropartículas, produzidas com polivinilpirrolidona (PVP K-30) e dióxido de silício coloidal (Aerosil®) atingiram rendimento médio de 57,8% ± 1,5 reforçando a eficiência e robustez do processo, com morfologia heterogênea e subesféricas, tamanho inferior a 180 μm com teor de umidade <5%, inferindo estabilidade à longo prazo. As análises por DRX, FTIR e DTA/TG confirmaram preservação estrutural dos fenólicos e maior estabilidade do extrato microparticulado em relação ao extrato bruto. A atividade fotoprotetora UVB, determinada pelo método de Mansur, evidenciou FPS de 12,08 ± 1,81 para a formulação com micropartículas (FMUC) e FPS 12,21 ± 1,81 para o extrato não encapsulado (FUC). Os ensaios biológicos demonstraram perfil de segurança para toxicidade aguda em Artemia salina abaixo de 2% com viabilidade dos fibroblastos L929 (>70% em 2000 μg/mL). Sob irradiação UVA e UVB, as formulações contendo as micropartículas preservaram 86,7% e 80,3% respectivamente a viabilidade celular L929, com aproximadamente 90% da fotoproteção do extrato puro para ambas as radiações. Para a fotoproteção UVA frente ao microcustrácio, o resultado obtido foi de 100% de sua viabilidade. Em síntese, a microencapsulação de S. bahiensis resultou em sistemas estáveis, seguros e com desempenho fotoprotetor aprimorado, configurando um potencial ativo funcional para dermocosméticos inovadores e sustentáveis. Estes achados reforçam a valorização da biodiversidade brasileira como fonte estratégica de novos fotoprotetores naturais com impacto científico, farmacêutico e ambiental.por
dc.description.abstractExcessive exposure to ultraviolet (UV) radiation is directly associated with photoaging and an increased incidence of cutaneous neoplasms, highlighting the need for safe and environmentally sustainable photoprotective strategies. In this context, antioxidant plant-derived actives have emerged as promising alternatives to synthetic filters, particularly considering the ecological impacts attributed to the latter. This study reports the development and characterization of microparticles obtained by spray drying from the hydroalcoholic extract of Spondias bahiensis leaves. The extract, prepared by dynamic maceration (ethanol:water, 70:30), showed a total solids content of 52.7 ± 2.3 mg/mL. Microparticles produced with polyvinylpyrrolidone (PVP K-30) and colloidal silicon dioxide (Aerosil®) achieved a mean yield of 57.8% ± 1.5, with subspherical heterogeneous morphology, particle size below 180 μm, and moisture content <5%, indicating long-term stability. DRX, FTIR, and DTA/TG analyses confirmed the structural preservation of phenolic compounds and enhanced stability of the microparticulated extract compared to the crude extract. The UVB photoprotective activity, determined by the Mansur method, revealed SPF values of 12.08 ± 1.81 for the microparticle formulation (FMUC) and 12.21 ± 1.81 for the non-encapsulated extract (FUC). Biological assays demonstrated a safe profile, with acute toxicity in Artemia salina below 2% and fibroblast (L929) viability above 70% at 2000 μg/mL. Under UVA and UVB irradiation, formulations containing microparticles preserved 86.7% and 80.3% of L929 cell viability, respectively, maintaining approximately 90% of the photoprotection observed for the crude extract in both radiations. In UVA photoprotection assays with microcrustaceans, viability reached 100%. In summary, the microencapsulation of S. bahiensis produced stable and safe systems with enhanced photoprotective performance, supporting its potential as a functional active for innovative and sustainable dermocosmetic applications. These findings reinforce the valorization of Brazilian biodiversity as a strategic source of novel natural photoprotectors with scientific, pharmaceutical, and environmental relevance.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Samantha Silva (samantha.mayara.sousa.silva@aluno.uepb.edu.br) on 2026-01-14T21:08:50Z No. of bitstreams: 2 DS - Samantha Mayara de Sousa Silva.pdf: 1870802 bytes, checksum: 4abb8e88a05a3afd96cc5f3477f6de3a (MD5) Termo de Depósito - BDTD.pdf: 465633 bytes, checksum: f15735487d587264ec11a83b702c805a (MD5)eng
dc.description.provenanceRejected by Daniel Soares (daniel@servidor.uepb.edu.br), reason: Na folha de rosto, segunda folha, falta corrigir o seguinte: O texto referente à natureza do trabalho acadêmico deve apresentar-se de forma idêntica ao que consta na folha de aprovação gerada pelo SUAP. Como deve ficar: Dissertação apresentada à Coordenação do Curso de Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual da Paraíba, como requisito parcial à obtenção do título de Mestra em Ciências Farmacêuticas Linha de Pesquisa: Desenvolvimento e controle da qualidade de produtos farmacêuticos. A ficha catalográfica está ausente. Ela fica na aba "TCC/Relatórios", em Ficha catalográfica, na coluna visualizar, Clique em "PDF" . Basta efetuar o download e inserir no trabalho acadêmico de conclusão de curso. Na folha de aprovação, quarta folha, falta corrigir o seguinte: Substitua a folha de aprovação atual pela folha com as assinaturas eletrônicas emitida pelo próprio SUAP, exatamente do jeito que está lá. Ela fica na aba "TCC/Relatórios", coluna Opções. Clique em "Ações" e escolha “Folha de Aprovação”. Basta efetuar o download e inserir no trabalho acadêmico de conclusão de curso. Na folha de AGRADECIMENTOS do modelo correspondente, consta que “caso o trabalho tenha recebido recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), atentar para o que consta na PORTARIA Nº 206, DE 4 DE SETEMBRO DE 2018”, que trata da obrigatoriedade de citação da CAPES. Como a obra recebeu recursos da CAPES, é preciso colocar na posição que achar mais adequada na folha de AGRADECIMENTOS o seguinte texto: O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001. Confirmado o apoio dessa entidade, no termo de depósito BDTD em PDF, assinale a opção “CAPES” no campo “Agência de fomento”. Retire a folha em branco após o abstract. A numeração das páginas de uma monografia, dissertação, relatório ou tese deve ser iniciada a partir da primeira folha do elemento textual (geralmente a seção primária denominada INTRODUÇÃO), como já está. Porém, a numeração da primeira página da INTRODUÇÃO deverá ser igual a 16 (18 - 2). Como regra geral, a numeração da primeira página da INTRODUÇÃO deverá ser igual ao número de folhas da capa até a introdução menos dois, já que a capa e folha da ficha catalográfica não entram na contagem. Todo o trabalho acadêmico terá que ser repaginado. Paginando de forma correta, a numeração da última página da obra será sempre igual à paginação da ficha catalográfica. OBS.: No YouTube, existem tutoriais que ensinam a inserir a numeração das páginas a partir da introdução. Para quem usa o processador de texto Word, um deles é esse aqui: https://www.youtube.com/watch?v=X4pwyrYt0OI Para quem usa o processador de texto LibreOffice Writer, segue esse: https://www.youtube.com/watch?v=BosMgbEv4dU Como consequência da correção anterior, será preciso atualizar a numeração das páginas presentes no SUMÁRIO e em todas as LISTAS que tiverem indicação de páginas para que fiquem de acordo com as posições em que se encontram ao longo da obra. No elemento pós-textual REFERÊNCIAS, todos os últimos nomes dos autores têm que ficar em CAIXA ALTA. Compare com o modelo. Se precisar de auxílio na geração online de referências, acesse o link abaixo: https://more.ufsc.br/inicio O Termo de depósito BDTD precisa de ajustes. Se precisar preencher outro, o termo pode ser baixado em https://biblioteca.uepb.edu.br/download/pdf-termo-de-deposito-bdtd/?wpdmdl=1948&refresh=67cb0d146c7651741360404 . Algumas instruções sobre seu preenchimento: Acrescente pelo menos o nome dos integrantes da banca no termo de depósito BDTD. Pode deixar os demais campos preenchidos do jeito que estão. on 2026-01-29T13:28:51Z (GMT)eng
dc.description.provenanceSubmitted by Samantha Silva (samantha.mayara.sousa.silva@aluno.uepb.edu.br) on 2026-01-30T10:15:49Z No. of bitstreams: 2 DS- Samantha Mayara de Sousa Silva.pdf: 1800417 bytes, checksum: e57a1afd4e498a5200e62acdb056192d (MD5) Termo de Depósito - BDTD.pdf: 409309 bytes, checksum: b6514e38c6fef47d0b21fe115bf8e3a9 (MD5)eng
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Daniel Soares (daniel@servidor.uepb.edu.br) on 2026-02-02T10:57:23Z (GMT) No. of bitstreams: 2 DS- Samantha Mayara de Sousa Silva.pdf: 1800417 bytes, checksum: e57a1afd4e498a5200e62acdb056192d (MD5) Termo de Depósito - BDTD.pdf: 409309 bytes, checksum: b6514e38c6fef47d0b21fe115bf8e3a9 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-03T19:33:55Z (GMT). No. of bitstreams: 2 DS- Samantha Mayara de Sousa Silva.pdf: 1800417 bytes, checksum: e57a1afd4e498a5200e62acdb056192d (MD5) Termo de Depósito - BDTD.pdf: 409309 bytes, checksum: b6514e38c6fef47d0b21fe115bf8e3a9 (MD5) Previous issue date: 2025-09-05eng
dc.description.sponsorshipCAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual da Paraíbapor
dc.publisher.departmentPró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGPpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEPBpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas - PPGCFpor
dc.rightsAcesso Embargadopor
dc.subjectSpondias bahiensispor
dc.subjectSpray dryingpor
dc.subjectFotoproteçãopor
dc.subjectCosméticos naturaispor
dc.subjectAntioxidantespor
dc.subjectSpondias bahiensiseng
dc.subjectspray dryingeng
dc.subjectphotoprotectioneng
dc.subjectnatural cosmetics.eng
dc.subjectantioxidantseng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FARMACIApor
dc.titleMicropartículas do extrato de spondias bahiensis obtidas por spray drying: uma abordagem para fotoproteção naturalpor
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:PPGCF - Dissertações

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DS- Samantha Mayara de Sousa Silva.pdfDS - Samantha Mayara de Sousa Silva1.76 MBAdobe PDFBaixar/Abrir Pré-Visualizar    Solictar uma cópia
Termo de Depósito BDTD.pdfTermo de depósito BDTD399.72 kBAdobe PDFBaixar/Abrir Pré-Visualizar    Solictar uma cópia


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.